POA JAZZ CHEGA A SUA OITAVA EDIÇÃO SERÁ A SEGUNDA EDIÇÃO EM 2023

Publicado em Novembro 01, 2023
Autor / Fonte: MÓDULO DVG


POA JAZZ CHEGA A SUA OITAVA EDIÇÃO SERÁ A SEGUNDA EDIÇÃO EM 2023

Consolidado no país e no exterior como um dos festivais de música mais importantes do Brasil, o POA JAZZ FESTIVAL chega a sua oitava edição, como sempre reunindo atrações nacionais e internacionais e muitas novidades.

Como em edições anteriores, o festival terá bares com comidas e bebidas, drinks de café criados especialmente pela Baden Cafés Especiais, artistas plásticos produzindo suas obras ao vivo, venda de discos de jazz e muitas outras atrações.

SEXTA-FEIRA, DIA 24 DE NOVEMBRO, 20 HORAS

Na abertura, o THE JAZZ PASSENGERS. Eles foram uma das grandes sensações do Poa Jazz Festival realizado em março, não só pela qualidade, mas porque, diante da falta de luz que houve aquela noite em toda Zona Sul de Porto Alegre, o grupo se apresentou de forma acústica, sem sonorização e iluminação, encantando a todos os presentes, numa apresentação que remeteu ao princípio do Jazz. Em função de não terem apresentado seu show de forma integral, a direção do Poa Jazz Festival os convidou para fazerem a abertura do festival nesta edição, em novembro de 2023. O sexteto vêm para esta nova apresentação reformulado, com uma formação diversa da que se apresentou em março, mantendo apenas o baterista Bruno Braga: Gabriel Barbalho (Trompete), Elio Vistel (Sax Tenor), Javi Contrera (Sax Tenor), Yves Tanuri (Piano) e Tiê Pereira (Contrabaixo), completam o time, que promete uma grande apresentação dos clássicos do bebop e do hard bop, num show completamente diferente do que foi apresentado em março. São seis músicos que vêm se destacando na cena do jazz no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que vêm atuando intensamente na cena jazz dos dois estados. O sexteto reproduz a sonoridade de formações como Art Blakey and the Jazz Messengers, sua principal referência. Antes do Poa Jazz Festival, o grupo abre a programação da primeira edição do Harmonia Jazz Festival, na cidade de Joinville, em Santa Catarina, no dia 18 de novembro.

Este primeiro dia de shows segue com o violonista gaúcho GABRIEL SELVAGE. Com 9 CD's, 2 DVD's, um Songbook lançados e concertos pelos quatro cantos do mundo, Gabriel começou sua trajetória cantando ainda criança e aos 13 anos se dedicou ao estudo do violão. Gravou o primeiro disco com o grupo que fazia parte aos 17 anos e  trabalhou com seus maiores ídolos, os quais sempre mencionam seu nome com muito carinho e respeito. A exemplo de Yamandú Costa, Guinga, Alegre Corrêa e Renato Borghetti. Instrumentista, cantor, arranjador e compositor, venceu o Prêmio Açorianos de Música na categoria Melhor Interprete Instrumental em 2018 e com um disco que produziu e arranjou obteve indicação ao Latin Grammy 2021. Gabriel Selvage  levou o som latino-americano da sua música para países como Argentina, Uruguai, Brasil, Paraguai, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Luxemburgo, Holanda, Alemanha e China e  esteve ao lado de grandes artistas de renome internacional, como Yamandu Costa, Arismar do Espírito Santo, Alessandro Penezzi, Rogerio Caetano, Guto Wirti, Bebe Kramer, Lucio Yanel, Mestrinho, Michael Pipoquinha, Luciano Maia, Rudi Flores, Nicolas Krassik, Gabriel Grosssi, Cainã Calvacante, João Barradas, Gileno Santana, Martin Sued, entre outros. O artista vai mostrar músicas de seus vários discos, ao lado de duas verdadeiras “feras” de seus instrumentos: Thiago Espírito Santo (contrabaixo) e Kabé Pinheiro (percussão).

No encerramento desta primeira noite, uma das grandes atrações do festival, o duo formado pelo pianista congolês RAY LEMA e o  pianista francês LAURENT DE WILDE. O jazz, a música clássica e as músicas africanas se misturam e se combinam para servir a um canto único, o de dois grandes artistas apaixonados por encontros entre os mundos. As faíscas sonoras que nascem nunca deixam de inspirá-los e seu segundo disco "Wheels", lançado em junho de 2021, é um testemunho completo e sincero disso. Ray Lema nasceu no antigo reino do Kongo, no oeste da atual República Democrática do Congo. Aos 11 anos de idade, ele decidiu tornar-se padre, mas o destino decidiu o contrário e ele estudou música clássica. Em 1974, Ray Lema foi nomeado diretor musical do Balé Nacional do Zaire. Esta experiência mudou sua vida e sua visão da música para sempre, ele descobriu a ciência e a magia das tradicionais rodas rítmicas e foi iniciado pelos mestres bateristas. Entretanto, permaneceu fiel a seu primeiro instrumento: o piano. Partiu para os Estados Unidos em 1979 e finalmente se estabeleceu na França em 1982, onde vive desde então. Curioso sobre todos os tipos de música, pioneiro e sempre pronto para todos os tipos de experimentos musicais, Ray Lema ficou conhecido em meados dos anos 80 no cenário da World Music. Ele participou de várias colaborações que enriqueceram suas composições e seu universo musical: de Stewart Copeland (ex-baterista do The Police) ao grupo Mistério das Vozes Búlgaras, ou os mestres Gnawa do Marrocos e orquestras sinfônicas. Já lançou mais de vinte discos, compõe regularmente para o teatro e o cinema e recebeu vários prêmios por sua carreira. O pianista de jazz Laurent de Wilde é descrito como um músico apaixonado e apaixonante que desenvolve uma série de projetos variados, incluindo seu trio de jazz e música  eletrônica. Colaborou com diferentes artistas, como o rapper Abd Al Malik e o ator Jacques Gamblin. De Wilde realizou dois documentários para a Arte TV sobre Thelonious Monk e Charles Mingus. Em 2016 e 2021, após dois discos de piano com Ray Lema, o duo se apresenta regularmente nos palcos franceses e internacionais. Na ocasião do centenário do aniversário de Thelonious Monk e do vigésimo aniversário da publicação de sua biografia multipremiada sobre Thelonious Monk, o disco de Laurent de Wilde intitulado "New Monk Trio" recebeu o "2017 French Record Award" da Academia Francesa de Jazz, o Victoires de la Musique e o Grand Prix Sacem. Seu segundo livro "Le Fous du Sons", uma saga sobre os inventores dos teclados no século XX, já foi reeditado várias vezes. Laurent de Wilde também é jornalista e apresenta um programa diário dedicado ao jazz na Rádio Classique « On the Wilde side ».

 

SÁBADO, DIA 25 DE NOVEMBRO, 20 HORAS

O segundo dia de festival abre com um super grupo, que vêm se apresentando continuamente nos palcos do Rio Grande do Sul e do país. ARTHUR DE FARIA E A TUM TOIN FUN. Arthur de Faria, compositor e pianista, 20 álbuns, 30 anos de carreira, juntou 10 instrumentistas vindas e vindos do rock, da música de concerto, do choro/samba, da música regional gaúcha e/ou do jazz na TUM TOIN FOIN banda de câmara. O resultado é uma música instrumental impossível de definir numa só prateleira, mas que conta histórias e leva pra passear por diferentes mundos. Na formação: Miriã Farias – violino, Gabriel Romano – acordeom, Adolfo Almeida Jr – fagote, Julio Rizzo – trombone, Erick Endres – guitarra, Arthur de Faria – piano, composições, arranjos e direção musical, Bruno Vargas – baixo, Guenther Andreas – bateria e Giovanni Berti – percussão.

A segunda atração da noite, é o trio espanhol SUMRRÁ, originário da Galícia. Com mais de vinte anos de existência e centenas de shows pelo mundo, Sumrrá é o grupo de jazz galego mais internacional da Espanha. O grupo está lançando seu sétimo disco “Sumrrá 7 visións”. O pianista Manuel Gutierrez, o contrabaixista Xacobe Martínez Antelo e o baterista L. A. R. Legido trazem uma maturidade e uma frescura quase inconcebíveis nos dias de hoje, que fazem deste trio de jazz galego um grupo cultuado por onde passa, somando adeptos nos países por onde passou, como Mexico, Guatemala, Nicarágua, Bolívia, El Salvador, Coréia do Sul, Marrocos, França, China, Portugal e África do Sul. Vivendo em Compostela, o trio traz uma visão muito particular do jazz, com um resultado surpreendente e revelador. Os críticos de vários países se derramam de elogios ao trabalho do grupo: “No âmbito do jazz, não são virtuosos que faltam, o que falta são boas idéias. Mas se às ideias somamos virtuosismo, chegamos ao grupo Sumrrá” (N. Ibarrola), “Sumrrá é um trio de profundas convicções, um som profundo,  pleno de força e dramatismo, onde não faltam doses justas de técnica, nem lirismo, nem swing. Poucos na Espanha podem se equiparar em criatividade” (Enrique Farelo).

Encerrando a segunda noite, a super baixista ANA KARINA SEBASTIÃO retorna a Porto Alegre com seu quarteto, para realizar o show que não foi possível em março, devido aos problemas na rede elétrica na Zona Sul de Porto Alegre. Ana transita pelos mais diferentes gêneros musicais, tendo acompanhado, quando foi integrante do programa Conversa com Bial na Rede Globo, grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Gal Costa, Martinho da Vila, Alcione, Paulinho da Viola, entre outros. Em parelelo a televisão, Ana tocou e gravou com nomes nacionais e internacionais, como Maria Gadú, , Chico César, Arrigo Barnabé, Elza Soares, Almir Sates, Liniker, Paulo Miklos, Sérgio Reis, Tony Lindsay, Nik West, entre outros. Gravou o disco Claras e Crocodilos, com Arrigo Barnabé e dois discos com o grupo Quartabê. Foi baixista e backing vocal dos programas Na voz delas e nas temporadas 1, 2 e 3 do programa Samantha Canta, ambos transmitidos pelo Canal Bis/Multishow. Ana já viajou por diversos países com sua música e transita por diferentes gêneros musicais. É a primeira mulher brasileira a ter um baixo signature, o Black Gold, lançado em 2019, pela Tagima.

 

DOMINGO, DIA 26 DE NOVEMBRO, 19 HORAS

A última noite do festival inicia com CLEÔMENES JR SEXTETO. Cleômenes é saxofonista, flautista, compositor, professor de música e bacharel em Música Popular pelo Instituto de Artes da UFRGS. Destaque da cena instrumental independente gaúcha, faz parte da banda Trabalhos Espaciais Manuais e atua como instrumentista em diversos outros projetos. Neste ano lançou seu primeiro trabalho em carreira solo, um álbum com 4 faixas chamado “Selva Urbana". O show de lançamento foi muito bem recebido pelo público em Porto Alegre em uma noite de casa cheia no Agulha. O lançamento entrou em duas playlists editoriais do Spotify, projetando a música do compositor internacionalmente. Em 2022, foi o vencedor do concurso cultural do SESI RS "Uma noite de Jazz" e realizou o show de abertura da noite que reuniu o pianista cubano Roberto Fonseca e a baixista dinamarquesa Ida Nielsen. O sexteto transita ritmicamente entre várias vertentes musicais, como o Reggae, Hip Hop, Funk/Groove, Dub, Samba e Jazz, trazendo texturas, paisagens e grooves dançantes com improvisações jazzísticas enérgicas. Tem em sua formação, além de Cleômenes Jr (sax e flauta), Tomás Piccinini (sax alto e barítono), Ronaldo Pereira (sax tenor), Ras Vicente (piano), Mateus Albornoz (contrabaixo) e Fernando Catatau (bateria).

A noite segue com a pianista carioca ANA AZEVEDO, que vêm ao Poa Jazz com seu trio, formado por Lipe Portinho (contrabaixo) e André Froes (bateria). Ana começou a estudar aos seis anos de idade e aos dezoito anos foi para o Montgomery College, em Washington D.C., onde estreou profissionalmente no musical Evita e na Montgomery College Big Band. É mestre em música pela UFRJ.

De volta ao Brasil, tocou com a Rio Jazz Orchestra e com Robertinho Silva, Adriano Giffoni, Bruce Henry, Ronaldo Diamante, Daniel Garcia, o grupo Azymuth, Barrosinho e Roberto Menescal. Além disso, em 1999 produziu e gravou o CD de sua banda, Solari Jazz. Em 2001, se apresentou no Festival de Búzios com Stanley Jordan. Em 2002, tocou e fez a direção musical do espetáculo Ana in Concert, com a bailarina Ana Botafogo e em 2004 tocou no DVD Bibi canta Piaf com a cantora Bibi Ferreira e com a Orquestra Petrobrás Sinfônica. Gravou em 2009 o primeiro CD de seu quarteto Tutti, e em 2010 também o seu primeiro CD solo, A Tempo, lançado quando Ana completou 20 anos de carreira. Esteve na curadoria da Sala Municipal Baden Powell de 2009 a 2011, na qual promoveu 419 shows, e em 2012, lançou um Cd inteiramente dedicado à Obra de Astor Piazzolla com seu grupo Corda. Atualmente se apresenta com a Baixada Jazz Big Band, entre muitos outros grupos dos quais faz parte, além de ser maestrina em 4 corais pop no Rio de Janeiro. Em 2019, lançou com a cantora estoniana Pille-Rite Rei o album Brazilian Adventures e acaba de gravar o Cd AMF Trio com Augusto Mattoso e André Froes. Além disso Ana atualmente escreve arranjos para a Orquestra Sinfônica Brasileira.

Encerrando esta oitava edição do Poa Jazz Festival, uma das grandes novidades da cena jazz do país, JORGINHO NETO COLLECTIVE, projeto idealizado, fundado e dirigido pelo músico Jorginho Neto, reúne um time de experientes instrumentistas da cena da cidade de São Paulo. Jorginho Neto é instrumentista, arranjador e produtor, possui formação em música pela Faculdade Souza Lima, onde foi bolsista e também coordenador da Big Band Souza Lima. Logo cedo, aos 18 anos, Jorginho entrou na antiga Universidade Livre de Música (U.L.M.) e iniciou seus estudos com o renomado professor de trombone Walter Azevedo, graduando-se aos 22 anos. Após ganhar diversos concursos como solista, Jorginho foi apadrinhado pelo lendário trombonista Raul de Souza, tendo realizado diversos shows com seu padrinho musical no SESC Belenzinho e SESC Pompéia, além de encontros musicais. O seu trabalho tem sido reconhecido nacionalmente e internacionalmente, já tendo se apresentado New York e na Europa com a Orquestra Sinfônica de São Paulo (OSESP) e Jazz Sinfônica- (Teatro Bbc Proms - Londres), sendo convidado a tocar com os artistas Frank Sinatra Jr, Roberto Menescal, Gilberto Gil, João Bosco, Ivan Lins, dentre outros grandes nomes da música nacional e internacional. Atualmente, Jorginho dedica-se ao quinteto Jorginho Neto Collective, grupo formado ainda por Sidmar Vieira (trompete), Gustavo Bugni (piano), Vitor Cabral (bateria) e Robson Couto (baixo). Em 2022, o grupo lançou o álbum “Inclusão”, que conta com a participação especial de artistas como Vanessa Moreno, Cacau Santos, Erick Jay, Junior Braguinha e Rafael Rocha. Em 2023, o grupo lançou o EP “Mudanças”, onde a banda Collective faz parceria com a Big Bad Jorginho Neto. Este trabalho visa divulgar a sua luta pela inclusão dentro da música instrumental brasileira, principalmente a pesquisa desenvolvida por ele na Big Band Inclusão, projeto que reúne uma Big Band formada por músicos e musicistas das periferias de São Paulo. O grupo já realizou apresentações internacionais, como no Festival Jazz a la Calle, no Uruguai, em janeiro de 2018 e, desde então, apresentam-se em festivais e casas de shows em São Paulo. O projeto apresenta uma nova faceta do músico, já conhecido pela sua paixão ao Samba Jazz. Neste trabalho, Jorginho e seus companheiros de palco e estrada destilam a poderosa mistura cheia de classe e suíngue do Jazz com o Funk.

 

INGRESSOS:

A venda de ingressos inicia no dia 30 de outubro na plataforma Sympla (www.sympla.com.br)

Os tickets podem ser adquiridos separadamente para cada dia, com preços de R$ 110,00 (inteira) e R$ 55,00 (meia entrada), ou em formato de passaporte para toda a programação, no valor único de R$ 264,00.

Festival também terá uma workshop  gratuita para músicos e público em geral. O pianista congolês RAY LEMA e o pianista francês LAURENT DE WILDE vão ministrar uma workshop no Instituto Ling, no dia 23 de novembro, quinta-feira, 14:30 horas.

As inscrições podem ser feitas, gratuitamente, no site www.institutoling.org.br, a partir do dia 03 de novembro.

 

Sobre o Poa Jazz Festival

O Poa Jazz Festival teve sua primeira edição em outubro de 2014. Em sua trajetória, reuniu alguns dos mais importantes músicos e grupos em atividade da cena instrumental, como John Surman, Ralph Towner, Rudresh Mahanthappa, Paquito D’Rivera, Mauricio Einhorn, Gilson Peranzzetta, Pau Brasil, Raiz de Pedra, Trio Corrente, Paulo Bellinati, Cande y Paulo e Marco Pereira. Em 2017 e em 2019, foi reconhecido como o Melhor Festival de Música do Brasil, no Prêmio Profissionais da Música.

A oitava edição do festival é uma realização do Ministério da Cultura/Governo FederalBranco Produções e Grezz, com patrocínio de Crown Embalagens, Icatu Seguros e Rio Grande Seguros e apoio de Barra Shopping Sul,  Baden Cafés Especiais, Instituto Cervantes/Governo de Espanha, Embaixada da França no Brasil, Cerveja Veterana e Instituto Ling.

 

Sobre a concepção visual do festival:

Rodrigo Capovilla, gaúcho, 32 anos, designer e artista visual. Começou a ilustrar com 8 anos, mas foi em 2010 que iniciou as suas primeiras pinturas com tinta. “Sentia que precisava me expressar de alguma forma, foi aí que encontrei os pincéis e os sprays”. O trabalho do artista está muito ligado ao figurativo do ser humano e da natureza, é de onde ele busca inspiração. Muitas obras autorais do @capovillaarte tem o objetivo de expressar força, proteção, amor, fé, coragem, equilíbrio e liberdade, sentimentos que fazem bem ao artista e que ele acredita ser importante para todas as pessoas.

 

SERVIÇO

Poa Jazz Festival – 8a edição

 Dias 24, 25 e 26 de Novembro de 2023

Sexta e sábado, a partir das 20 horas

Domingo, a partir das 19 horas

Centro de Eventos do Barra Shopping Sul (Av. Diário de Noticias, 300)

* As portas do Centro de Eventos abrem sempre uma hora antes do horário de inicio dos shows.

 

Programação

Dia 24/11 - Sexta-feira

The Jazz Passengers – Brasil

 Gabriel Selvage (com Thiago Espírito Santo e Kabé Pinheiro) - Brasil

 Lema & De Wilde - Congo/França

 

Dia 25/11 - Sábado

Arthur de Faria & Tum Toin Fun – Brasil

 Sumrrá - Espanha

 Ana Karina Sebastião - Brasil

 

Dia 26/11 – Domingo

Cleômenes Jr Sexteto – Brasil

 Ana Azevedo Trio – Brasil

Jorginho Neto Collective – Brasil

 

 Ingressos para os shows

Ingresso por dia

 Inteira = R$ 110,00

Meia entrada = R$ 55,00

 

Passaporte presencial para todos os três dias: R$ 264,00 (meia entrada R$ 132,00)

Vendas a partir do dia 30 de outubro na plataforma Sympla (sympla.com.br)

Inscrições para a workshop em www.institutoling.org.br, a partir do dia 03 de novembro.

 

Informações úteis

Estacionamento: o Barra Shopping Sul possui estacionamento pago, com capacidade para 3.800 carros.

Bicicletários: há bicicletários gratuitos localizados no estacionamento.

Acessibilidade: o Barra Shopping Sul foi projetado para propiciar comodidade e autonomia aos portadores de deficiência, além de oferecer excelente conforto térmico e acústico.


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